TRT do Ceará adota o Zoom como plataforma virtual oficial

O sistema Google Meet não será descontinuado, pois vai ser utilizado para reuniões e videoconferências internas, bem como para realizar o atendimento telepresencial de partes e advogados


Imagem: Divuvgação

Equipe Focus
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O aplicativo Zoom foi instituído como plataforma oficial de videoconferência para a realização remota de audiências e sessões de julgamento nos órgãos da Justiça do Trabalho. O TRT/CE vai passar a utilizar exclusivamente o aplicativo a partir de maio.  O TRT/CE lançou uma campanha com contagem regressiva para sensibilizar advogados, partes, magistrados e servidores da necessidade de baixar o programa. Clique aqui para baixar o aplicativo.

Até então, desde o início da pandemia do coronavírus e consequente realização de audiências e sessões telepresenciais, a Justiça do Trabalho do Ceará tem utilizado a plataforma Google Meet para seus atos judiciais, regulamentada pelo Ato Conjunto nº 6/2020. Com a uniformização da solução tecnológica pelo CSJT e TST , o TRT/CE procederá à migração para a plataforma Zoom.

O  secretário-geral da Presidência do TRT/CE, Fernando Freitas, destaca as vantagens do aplicativo Zoom. “A nova plataforma oferece mais recursos, como sala de espera, redução de ruídos, controle de acesso e de microfones, os quais a tornam mais adequada para a utilização em audiências e sessões de julgamentos. Há uma perspectiva de que as videoconferências tenham mais qualidade e as audiências e sessões telepresenciais ganhem celeridade”, comentou.

Fernando Freitas observa que o Zoom foi escolhido como plataforma padrão para o judiciário trabalhista em todo o país após a realização de estudos técnicos em nível nacional coordenados pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho. “A aquisição dessa plataforma e sua padronização representam um grande avanço no uso de tecnologia de videoconferência para audiências e sessões de julgamento”, considera o gestor.

Ainda de acordo com o secretário, o sistema Google Meet não será descontinuado. “Ele poderá continuar sendo utilizado para reuniões e videoconferências internas, bem como para realizar o atendimento telepresencial de partes e advogados”, esclareceu.

*Com informação TRT7