Trocando em Miúdo

por Paulo Elpídio
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O país a que chegamos


 

 

O partidos políticos (quantos, de tantos?) exigem a saída de Bolsonaro.

Para que assuma Maia e realize as eleições presidenciais em 90 dias.

Não vai ser fácil dividir o butim com 38 partidos.

 

 

 

 

Morrer numa estatística anunciada pelos algoritmos é uma fatalidade muito chique.

 

A cegueira de uns e a inépcia de outros: o país a que chegamos.

 

O Brics é o braço internacionalista de Pútin. A versão pós-moderna do Komintern…

 

Talento não é anteparo afetivo suficientemente resistente para conter o messianismo ideológico.

 

Só existe a verdade em decorrência da mentira. A verdade é a mentira da mentira.

 

Neste tempos amargos de coronavírus o que preocupa mais, o desemprego ou a queda de lucros?

 

As ONGS que pretendem salva o planeta, por que não ajudam a salvar vidas? Humanas?

 

Se o coronavírus não for bem sucedido, os políticos darão conta do recado.

 

Os políticos brasileiros estão a um passo de cometer suicídio eleitoral coletivo. A custa de muitas vidas.

 

Lei, no Brasil, passou a ser “medida técnicas”. E, anda assim, não é levada a sério pelo “técnicos”…

 

Em uma breve passagem na oração do papa, antes da bênção Urbi et Orbi:

“… e dos que manipulam as consciências, livrai-nos, Senhor!”…

 

Um país com tantas pendências jurídico-constitucionais pode ser visto como uma democracia estável

ou não passa de um arranjo” democrático para o povo ver?

 

Novo ordenamento ideológico-topográfico: Quem defende o isolamento é de direita. Os que são partidários

ao retorno ao trabalho — são de esquerda…

 

O Pacto federativo ideal, sob medida: municípios e estado gastam e a União assume a dívida…

 

“Em uma eleição faz-se o diabo”, confessou a senhora Rousseff quando presidenta.

Doria e esse séquito de candidatos virtuais à sobrevivência política estão empenhados em fazer o melhor de si:

Uma danação política patriótica.

 

Como nos contos de fadas, mergulhamos levados pelas fadas más em um encantamento tormentoso sem fim…

 

Chega de discursos, pronunciamentos, jantares, arrogância e oportunismo. O povo brasileiro quer ser tratado, 

nesta grave emergência, como paciente em busca de atendimento, prevenção e cura. Não quer ser tratado como

leitor com o seu voto à venda aos seus “salvadores”. O povo ou o que restou desse entidade vaga não aceita mais

manobrasse lideranças ou agentes dos poderes, enrolados em um protagonismo de comadres assanhadas.

 

Uma nação à deriva: falta timoneiro, não há timão e a tripulação não tem salva-vidas.

 

A fala presidencial traz a mesma incontinência verbal de sempre. A de Maia e Alcolumbre, o cheiro

de oportunismo eleitoral e de golpe dissimulado.

 

O que apavora os brasileiros é ver e ouvir tantos Maia e Alcolumbres e tão poucos Mandettea.

 

Diz um sociólogo de renome, senhor de todas as certezas, que para reduzir a direita a pó “as mortes do corona não são de todos

ruins”.(Eduardo Giannetti).

As taxas de contaminação do coronavírus são mais altas, no Brasil, na chamada Classe A, a dos que

 fazem casamentos na Bahia, em Cascais, corre mundo.

Animados por esses dados reveladores, os gurus da esquerda preveem para breve a queda do governo, a liquidação do liberalismo,

o enterro do capitalismo, a morte da direita por asfixia — e o retorno triunfal de Lula.

 

A Universidade Federal do Rio de Janeiro aprovou a concessão do título de “Doutor Honoris Causa”a XI JINPIM< presidente da China.

Em outros tempos tempos, o agraciado teria sido Stálin…

 

O Codiv.19 é autônomo em sua ação letal e aproveita-se da proximidade imprudente das ovelhas e de seus pastores…

 

Cabe à população a obrigação de não morrer com o coronavírus. Afinal, alguém tem que pagar os impostos.

 

Expectativa em torno das próximas declarações da família Bolsonaro: dois deles ainda estão calados. 

 

Por quem as panelas dobram?

 

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