Plataforma de correção de redações desenvolvida por cearenses reúne 10 mil alunos

Ao todo, mais de 35 mil redações já foram corrigidas na plataforma desde seu lançamento, no mês de fevereiro


Redação. Foto: Divulgação

Equipe Focus
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A plataforma cearense E-Correção tem aumentado sua atuação no País. Desenvolvida pelos sócios Claudemir de Sousa e Leonardo Marques, o sistema visa ajudar professores de escolas a otimizar a correção de redações.

Quem já utiliza o E-Correção é a carioca Gisele Marques. A professora, especialista em redação, teve de se adaptar ao “novo normal” no ano passado.

Ela conta que tentou diversos métodos de correção. “Pedi aos alunos enviassem e-mails com as redações. Vi o quanto era trabalhoso ter de corrigir dessa forma. Ainda tentei imprimir cada um dos textos. Gastava muito papel e tinta. Escaneava e reenviava para todos os estudantes depois. Um trabalho bem dificultoso”, lembra.

Observando que os métodos tentados eram contraproducentes, a professora resolveu pedir ajuda à tecnologia. “Busquei softwares que pudessem de maneira mais prática, objetiva e profissional me auxiliar. Foi no E-correção que eu achei tudo muito intuitivo e autoexplicativo. De cara, me apaixonei”, afirma.

O aluno também se beneficia com a plataforma. “O estudante visualiza o erro pelo sistema e há um espaço para comentários gerais. Além de apontar os erros, eu mostro o que seria ideal. Posso ainda gravar áudios com orientações para o aluno”, finaliza.

O E-Correção

Presente em mais de 18 Estados brasileiros, E- Correção atende cerca de 10.000 alunos. De acordo com os sócios Claudemir de Sousa e Leonardo Marques, mais de 35.000 redações já foram corrigidas na plataforma, desde fevereiro, quando foi lançada.