Ministério da Saúde estuda reduzir intervalo entre doses das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer

Atualmente, os imunizantes precisam ser aplicados com um intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose.


Frascos com etiquetas com logos da Pfizer-BioNTech e da AstraZeneca. Foto: Reuters.

Equipe Focus
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O Ministério da Saúde segue estudando a possibilidade de alterar o intervalo entre as doses das vacinas contra a COVID-19 da Pfizer e da AstraZeneca.

Em declaração feita ao Estadão, a pasta disse que o tema segue em análise pela Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis.

Atualmente, os imunizantes precisam ser aplicados com um intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ministro Marcelo Queiroga afirmou que, no caso da Pfizer, o novo intervalo deve ser de 21 dias.

De acordo com o Ministério, a medida visa a acompanhar a evolução das diferentes variantes da covid-19 no território nacional.

“(A pasta) está atenta a possibilidade de alterações no intervalo recomendado entre doses.”