Indústria, construção civil e agronegócio seriam beneficiados na “primeira onda” de retorno gradual da economia no CE

Ainda que o Governo não tenha divulgado oficialmente quais setores serão liberados na "primeira onda", uma fonte do setor empresarial  que participa das conversas com o Estado disse ao Focus que os primeiros segmentos serão o de concessionárias, artigos do lar, indústrias, construção civil e agronegócio


Construção civil
Construção civil. Foto: Freepik.

Átila Varela
atila@focus.jor.br

A expectativa dos setores produtivos é que já em junho a economia cearense comece a abrir as portas, mesmo que de maneira gradual. Para que isso ocorra, deverão ser seguidos uma série de protocolos sanitários e de segurança.

Ainda que o Governo não tenha divulgado oficialmente quais setores serão liberados na “primeira onda”, uma fonte do setor empresarial  que participa das conversas com o Estado disse ao Focus que os primeiros segmentos serão o de concessionárias, artigos do lar, indústrias, construção civil e agronegócio. Eles entrariam em operação no dia 1º de junho.

Na segunda onda, a partir do dia 15 de junho, indústrias de alimentos e saúde. Para o dia 1º de julho, empresas do segmento de logística e escolas. Por fim, já no dia 15 de junho, shopping centers, varejo e serviços.

Construção civil
Conforme antecipado pelo Focus, a construção civil entrará no rol de atividades de “baixo risco”. Segundo o presidente presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon Ceará), Patriolino Dias, a ideia é que, inicialmente 40% das atividades do setor sejam liberadas, para depois contemplar o restante. É possível que o segmento seja liberado na “primeira onda”.

Estado
Ao Focus, o titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, afirmou que as cadeias ainda não estão definidas. No entanto, ressaltou que os shopping centers exigem um pouco mais de trabalho, especialmente nos protocolos de saúde e segurança por se tratarem de ambientes fechados.

“Há uma distribuição de varejo desde a primeira fase. Os cuidados com as áreas fechadas, que chamamos de varejo fechado, exige um pouco mais de negociação dos protocolos de cumprimento. Estamos observando a distribuição”, finalizou.

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