Fortaleza tem crescimento de 24% no consumo de vestuário

Apesar da crise sanitária e o longo caminho para a recuperação econômica sustentável, Fortaleza é uma das oito cidades que teve um crescimento econômico considerável em meio ao cenário pandêmico


A estimativa de crescimento para a economia, em contrapartida, aumentou de 2,17% para 2,32%.  Foto: EBC

Equipe Focus
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O levantamento feito pela Geofusion, apontou a retomada do consumo da classe A nas oito cidades mais populosas do Brasil em três categorias: higiene e cuidados pessoais; vestuário; e joias e bijuterias.

A pesquisa mostrou que Fortaleza cresceu 24% no setor vestuário, enquanto Salvador teve aumento de 22%.

Em São Paulo, o crescimento foi de 40%; Rio de Janeiro (41%) e Brasília (56%). Já em Manaus, as famílias de classe A respondem por 8% das compras; Belo Horizonte, 25%, e Curitiba, 33%.

O setor de joias e bijuterias também demonstra resultado positivo. A recuperação registrada é superior a 50% em algumas cidades, saindo de R﹩ 5,40 bi, no passado, para R﹩ 8,10 bi, em 2021. São Paulo, Curitiba e Salvador tiveram aumento de consumo de 51%.

A classe A é a que mais consome esses itens, e as cidades com maior concentração dessas compras pelos mais ricos são Brasília (71%), São Paulo (67%) e Rio de Janeiro (56%).

O consumo de produtos de higiene e cuidados pessoais subiu 6% no período mais crítico da crise sanitária. Em valores, o setor registrou crescimento este ano em relação a 2020. Respectivamente, R﹩ 145,30 bilhões contra R﹩ 122,60 bi.

Esses produtos tiveram aumento da procura em todas as capitais pesquisadas: Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília (19%), São Paulo, Manaus e Curitiba, Salvador e Rio (18%).