Fernanda Pacobahyba vai comandar o principal braço operacional do MEC

Pessoas próximas de Fernanda na Sefaz já tratam a saída dela para Brasília como fato consumado.


Pode até acontecer nova reviravolta, mas a secretária da Fazenda, Fernanda Pacobahyba, já aceitou o convite para ficar à frente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia federal responsável pela execução de políticas educacionais do Ministério da Educação (MEC).

O fato foi divulgado com exclusividade pelo Focus na sexta-feira, dia 23. Veja aqui.

Pessoas próximas de Fernanda na Sefaz já tratam a saída dela para Brasília como fato consumado.

O FNDE é o braço operacional mais importante do MEC. Ironicamente, a convidada por Camilo Santana para ficar à frente da auarquia foi o primeiro nome confirmado por Elmano de Freitas para seu secretariado.

Agora, o governador eleito está em busca de outro nome para ficar à frente da Sefaz. Há um nome que Elmano conhece muito bem, foi seu colega na gestão de Luizianne Lins, é funcionário de carreira da pasta e é respeitado por todos: Alexandre Cialdini.

O papel do FNDE
Para alcançar a melhoria e garantir uma educação de qualidade a todos, em especial a educação básica da rede pública, o FNDE se tornou o maior parceiro dos 26 estados, dos 5.565 municípios e do Distrito Federal. Neste contexto, os repasses de dinheiro são divididos em constitucionais, automáticos e voluntários (convênios).

Além de inovar o modelo de compras governamentais, os diversos projetos e programas em execução – Alimentação Escolar, Livro Didático, Dinheiro Direto na Escola, Biblioteca da Escola, Transporte do Escolar, Caminho da Escola, Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil – fazem do FNDE uma instituição de referência na Educação Brasileira.

Fábio Campos

Jornalista graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), foi repórter de política e articulista do O Povo, o mais tradicional veículo de jornalismo impresso do Ceará, onde editou a Coluna Política por 14 anos (1996-2010) e a Coluna Fábio Campos por sete anos (2010-2017). Também foi editorialista do mesmo veículo entre 2013 e 2017. Concomitantemente às funções no jornal, editou o Anuário do Ceará por 15 anos, modernizando o conteúdo e o projeto gráfico da prestigiada publicação. Apresentou o programa Jogo Político na TV O Povo por 12 anos, ancorou o programa Contraponto na TV Cidade (Record), foi comentarista de política na TV Jangadeiro (SBT) e na rádio O Povo/CBN. Em agosto de 2017 iniciou a startup Focus.jor.