Camilo, Cabeto e Maia foram ao Paraná em busca da líder em medicamentos genéricos

Há dois polos que o Ceará mira: Eusébio e Porangabussu. A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, e produz cerca de 11,5 bilhões de doses terapêuticas por ano.


Sede da Prati-Donaduzzi em Toledo, no oste do Paraná.

Equipe Focus
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Camilo Santana tem dedicado suas últimas agendas de viagem às articulações visando atrair novos investimentos empresariais para o Ceará. Na semana passada, o governador foi a Toledo, no oeste do Paraná, para uma conversa com o comando do laboratório Prati-Donaduzzi. Ao lado de Camilo, os secretários Cabeto (Saúde) e Maia Júnior (Desenvolvimento Econômico).

O foco central foi apresentar o interesse do Ceará em abrigar a nova planta industrial que a empresa planeja construir. Camilo e os secretários detalharam a infraestrutura e o pacote de benefícios que o Estado oferece. Entre eles, as isenções fiscais previstas em lei.

Há dois polos que o Ceará mira: Eusébio e Porangabussu. A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos. Produz, aproximadamente 11,5 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais 4,3 mil empregos. É considerada a maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil.

Na reunião, o governador relatou que o Ceará tem ambiente favorável nos setores econômico, logístico, educacional e de saúde para receber uma unidade da farmacêutica. “Acreditamos que a Prati-Donaduzzi possa ajudar a melhorar nossos indicadores socioeconômicos… Queremos ter empresas que invistam em pesquisa e desenvolvimento. A Prati-Donaduzzi é referência e a queremos como parceiros”, disse Santana.

Detalhe: Pernambuco está na disputa com o mesmo objetivo. Em julho, representantes do governo pernambucano fizeram o mesmo trajeto de Camilo. O diretor-presidente da Prati-Donaduzzi, Eder Fernando Maffissoni, afirmou que o pacote de benefícios oferecidos pelo governador é muito atraente. “Precisamos em, caráter emergencial, construir uma nova unidade fabril”, afirmou.